Visita à Fragata “Hermione La Fayette”

 

 

 

 

 

 

No dia 10 de Maio os alunos do 7D da Bemposta visitaram a réplica da fragata “Hermione”, que fez escala em Portimão.

L’HERMIONE ficou conhecida como a “Fragata da Liberdade” por, em 1780, ter transportado o Marquês de Lafayette, na viagem, em direção à América do Norte, onde lutou ao lado dos revolucionários liderados por George Washington (1º Presidente dos EUA).

A L’HERMIONE tem um comprimento de 44m, 1082 toneladas e está armada com 32 canhões.

Como a intenção foi reproduzir uma réplica fiel, enquanto em 1778 os carpinteiros de Rochefort demoraram 6 meses a construir a L’HERMIONE, no século XXI foram necessários mais de 17 anos, desde o assentamento da quilha na doca, em 1997, até à emissão do “Certificado Nacional de Linhas de Carga”, e do “Certificado de Navegabilidade em Março de 2015.

Como é proibido manobrar à vela dentro dos portos, o navio foi motorizado, o que permitiu reduzir a guarnição dos 200 homens, no séc. XVIII, para os 80 atuais sendo a maioria marinheiros voluntários oriundos dos países da francofonia.

Do século XXI têm iluminação elétrica, equipamentos de cozinha, 8 arcas frigoríficas, lavandaria, sistema de climatização com ventilação forçada, todos os modernos equipamentos de navegação (giroscópio), ECDIS (sistema de navegação), GPS, sonda, radar, comunicações por satélite e VHF,e muitos computadores.

É um dos navios mais bonitos do mundo.
Diz Aurélien, um dos 80 marinheiros:
“Hermione é uma experiência de navegação muito especial. Os mastros têm 50 metros, temos mais de 2500 metros quadrados de vela para segurar … enfim, tudo é imenso…Às vezes, quando estamos a mais de 50 metros do chão e isto oscila, sentimo-nos como heróis”
O que mais o impressionou durante a travessia foi o “crepitar da madeira” … ” É um barulho permanente. Quando o barco se desloca na água, as paredes começam a rachar, e às vezes parece que tudo vai ser desfeito … Mas não, ele segura”.

Como ele disse, em francês: “Que dire de celles des marins d’autrefois qui naviguaient avec des cartes sommaires et une localisation très approximative..”

Merci de le rappeler d’une si belle façon!

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